O Brasil está vivendo uma conjuntura na qual fatos aparentemente desconexos estão conjugados em um projeto oposto àquele que vem sendo conduzido pelo presidente Lula, do qual tenho imenso orgulho em participar.
O projeto do presidente Lula tira novamente o Brasil do Mapa da Fome da ONU, o projeto da extrema-direita e do centrão quer proibir que pessoas em situação de rua possam receber alimentos. O projeto do presidente Lula defende a soberania nacional, baixa os preços dos alimentos da cesta básica, controla a inflação, o outro projeto apoia tarifaço dos Estados Unidos contra os produtos brasileiros (que Lula conseguiu reduzir com altivez e diálogo) e divulga fake News sobre uma crise que ninguém vê. Enquanto o governo do presidente Lula dá encaminhamento a políticas de proteção e promoção de direitos para as mulheres, setores de extrema-direita atacam a Lei Maria da Penha e naturalizam a onda de feminicídios e violências contra a mulher, o que levou dezenas de milhares de pessoas à Avenida Paulista em 7 de dezembro para dizer bem alto “Queremos as mulheres vivas!”.
O projeto do presidente Lula combate o crime organizado com inteligência, investigação, tecnologia, atingindo suas operações financeiras e redes ilícitas. O projeto da extrema-direita promove matanças ineficazes e leva o terror aos morros e favelas, sem incomodar os verdadeiros chefes e operadores das facções. Mais que isso, o governador Tarcísio de Freitas manda seu secretário de Segurança reassumir o cargo de deputado federal para desmontar o projeto de lei do governo, para enfraquecer a Polícia Federal e blindar os chefões do crime. Felizmente o Senado deve alterar esses absurdos e, no limite, o Supremo Tribunal Federal derrubará as inconstitucionalidades. Lula isenta de Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil, Tarcísio de Freitas – que se dá o direito desqualificar o presidente Lula – pratica no Estado de São Paulo até R$ 76 bilhões em isenções para empresários ocultos e multiplica pedágios para tirar dinheiro da população.
O presidente Lula age para proteger e fortalecer a democracia e as instituições. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, comanda as bancadas do centrão e da extrema-direita para, na madrugada, votarem a favor da redução das penas de Jair Bolsonaro e do comando golpista. De novo, o Senado terá que agir, assim como o presidente Lula usará seu poder de voto e, finalmente, o STF tomará posição, pois se cabe ao legislativo criar leis, não pode alterar sentenças do poder judiciário transitadas em julgado.
Este mesmo projeto constituído de autoritarismo, abusos e ilegalidades está em vigor no Estado de São Paulo. O governador Tarcísio de Freitas governa para uma minoria privilegiada de empresários, latifundiários e pessoas que utilizam o Estado para proveito próprio, atacando e desmontando todos os serviços públicos voltados ao atendimento das necessidades básicas da população. A Educação está no alvo preferencial desses ataques.
Por isso, no dia 17 de dezembro, às 16 horas, vamos realizar uma grande manifestação na Praça da República, em São Paulo, em frente à Secretaria da Educação, para exigir que o governo de Tarcísio de Freitas e o secretário da Educação, Renato Feder, pare de desmontar a Educação pública, pare de fechar classes no noturno, prejudicando estudantes trabalhadores, cancele a nova reorganização escolar, acabe com a Avaliação de Desempenho feita para punir e demitir professores, readmita professores demitidos injustamente, aplique corretamente os reajustes do piso nacional em todos os níveis e faixas da carreira do magistério, entre outras reivindicações emergenciais.
Em 2026, o povo brasileiro poderá novamente escolher o país que queremos. Aquele que promove humanidade e busca o caminho do desenvolvimento com justiça social, ou aquele que se volta apenas aos privilegiados, reservando aos pobres violência, descaso e esquecimento.
Professora Bebel é Deputada Estadual – PT e Segunda Presidenta da APEOESP
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