O cenário político nacional e internacional está fervendo. A prisão domiciliar do ex-presidente da República Jair Bolsonaro está estampada na mídia nacional e internacional, pelo desrespeito das medidas cautelares decretada pelo Ministro Alexandre de Moraes; a notícia estava na primeira página do site em inglês da Al Jazeera, do Catar.
A população até ouve a todo momento na midia falando sobre o impacto do aumento dos impostos para importações anunciado pelo presidente dos EUA , mas sem questionar o que há por trás do tarifaço de Trump.
Parlamentares da extrema-direita fazem chantagem e querem impor pauta de anistia e impeachment, sequestrando o Congresso;
Em contrapartida, a maioria esmagadora da população brasileira se afunda nas notícias locais e regionais, que pipocam nas variadas redes sociais dos quatro cantos do país, com noticias muitas vezes duvidosas.
Exemplos citados pelo Brasil 247 no mesmo contexto deste artigo:
“O empresário Álvaro Borges Ribeiro, de 70 anos, foi assassinado a facadas na manhã desta segunda-feira, num prédio comercial na Rua da Quitanda, no Centro do Rio. Uma câmera de segurança registrou o momento em que o suspeito do crime entrou e saiu do edifício, onde o idoso trabalhava. Ele tinha uma camisa enrolada na cabeça e usava máscara”, publicado pelo Jornal Extra, 05/08/2025).
“Polícia Militar prendeu 88 pessoas ao longo do mês de julho”. (A Tribuna de Petrópolis)
“No Acre, média salarial na hora da contratação é a segunda pior da região Norte”. (Jornal do Acre)
A grande maioria da população brasileira, levanta cedo, madruga, enfrenta filas imensas para se transportar e chegar aos seus locais de trabalho. O salário é mínimo e, de sol a sol, chuva a chuva, as empregadas domésticas, os assistentes administrativos, os professores, os assalariados em geral nadam no mar da indigência, da invisibilidade. Mulheres estão perdendo suas vidas pelo feminicídio; meninas tornam-se bisavós aos 40 anos; centenas de trabalhadores estã sendo submetidos a trabalhos análogos a escravidão; a extrema-direira flerta com ó odio, numa contaminação através do consumo midiático popular; pseudos inflenciadores exploram a ingenuidade do cidadão médio que consome noticía enlatada; abrindo assim uma imensa fenda social.
Enquanto isso as bolhas de poder dos privilegiados estão nas primeiras páginas dos jornais, nas ondas da web; mas a população desconhece a verdade, os bastidores, as filigranas do que a imprensa pode ou deve traduzir, seguindo seu roteiro cotidiano repetitivo, triste, sombrio, e avançam pela aventura de cada dia, atravessando ruas e avenidas, dentro de trens e metrôs lotados, sem perceber que estão sendo escravizadas.
O brasileiro é um povo que traz no peito uma busca incessante pela paz e harmonia. O futebol é comentado de maneira inocente por aqueles que ainda acreditam na lógica dos seus predecessores. Estatisticamente, a educação não é para todos, mas, se fosse, não teríamos tantas infelicidades expostas nos programas sensacionalistas.
A grande bolha de explorados se amontoa na esquina da invisibilidade. E só vemos tal bolha de conformismo ser furada quando entra em cena o jornalismo ético.
Existe um racha nas bolhas do poder, mas a ausência de comida na mesa do brasileiro “médio”, atualmente, não é a notícia mais importante para a Casa Branca norte-americana.
Para melhorar o acesso do brasileiro médio à informação de qualidade, é crucial investir em iniciativas que facilitem o acesso ao jornalismo profissional através da internet, como sites de noticias que promovam a informação séria e com a verdade dos fatos ,combatendo a desinformação. Isso inclui ampliar a infraestrutura de internet, especialmente em áreas rurais e de baixa renda, e oferecer programas de capacitação para o uso seguro e crítico da informação online.
Implementar programas de educação midiática nas escolas, ensinando os alunos a avaliar a credibilidade das fontes de informação e a identificar notícias falsas.
Oferecer oficinas e cursos gratuitos para adultos sobre como usar a internet de forma segura e como identificar notícias falsas e conteúdo enganoso.
Promover parcerias entre escolas, universidades e veículos de comunicação para criar conteúdos educativos e ferramentas de avaliação de informações.
Combater à desinformação , apoiando iniciativas de verificação de fatos e plataformas de combate à desinformação, para identificar e desmentir notícias falsas.Exigir mais transparência das plataformas digitais sobre o funcionamento de seus algoritmos e a disseminação de notícias, para que os usuários possam entender como a informação é selecionada e distribuída.
Cobrar das plataformas digitais maior responsabilidade na disseminação de notícias falsas e conteúdo prejudicial, como a remoção de perfis e conteúdos falsos.
Incentivar à diversificação de fontes de informação, estimulando o consumo de informações de fontes diversas e confiáveis, como jornais, revistas, rádios e TVs, além de sites e plataformas digitais .
Ao investir nessas frentes, é possível criar um cenário onde o brasileiro médio tenha mais acesso à informação de qualidade, se tornando mais crítico e capaz de discernir entre notícias verdadeiras e falsas, e participar ativamente da vida pública.
O objetivo deste artigo é te perguntar; como busca a informação, você assistiu a algum noticiário diferente daquele que, costumeiramente, só o deseduca e aliena?
Leia mais: https://jornaldelins.com.br/agosto-lilas-mes-de-conscientizacao-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/
Por Ana Fidelis Miasso – Sócia- Proprietária/ Chefe de redação dos sites Jornal do Jornal de Lins e Artigo3.

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