A Operação Huracan, que foi deflagrada desde terça-feira em todo o Estado de São Paulo pelo Policiamento Ambiental, encerrou-se no final da tarde de hoje (18).
Em nossa região, a 2ª Companhia de Polícia Militar Ambiental com suas unidades de Bauru, Lins e Barra Bonita, realizaram uma força tarefa em seus 39 (trinta e nove) municípios de abrangência, com vistorias em áreas mais vulneráveis para a ocorrência de queimadas e de incêndios florestais.
A Operação Huracán tem caráter preventivo e foi desenvolvida com ação conjunta Pela Polícia Militar Ambiental, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros.
Durante os dois dias de operação a Polícia Ambiental visitou unidades de conservação, áreas de preservação permanente, reservas legais, áreas especialmente protegidas e faixas de domínio de rodovias.
As ações resultaram nas fiscalizações de vinte e duas propriedades rurais, 595,36 hectares de cultivo de cana-de-açúcar, 336,73 metros de aceiro, sendo que 43,04 metros encontravam-se em desconformidade com a legislação e um total de 127,94 metros de faixa de domínio, estando estas 47,12 metros com irregularidades.
Segundo a 1º Tenente Cristiane, comandante interino da 2ª Companhia de Polícia Ambiental, “o objetivo da operação foi analisar os planos preventivos contra incêndio e fiscalizar usinas e áreas de plantio de cana, principalmente as regiões com histórico de incêndios e de maior vulnerabilidade”.
A Tenente Cristiane destaca ainda as orientações feitas pelos Policiais aos proprietários e produtores rurais quanto às medidas de prevenção, como a manutenção dos aceiros nos canaviais, e os planos de prevenção contra incêndio nas margens de rodovias (faixas de domínio), ferrovias, zonas de amortecimento de unidades de conservação e outros pontos de vulnerabilidade, salienta que os focos de incêndios, em sua maioria são causados por ações humanas, como quando jogam uma bituca de cigarro na beira da rodovia ou queimam lixo e perdem o controle, por exemplo.
A Polícia Ambiental alerta ainda que o uso do fogo em desconformidade com a legislação ambiental acarreta ao infrator responsabilidade administrativa (multa), cível (indenizações) e criminal (aplicação de pena).
Com informações da Polícia Ambiental de Bauru




























































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