O site de notícias O GLOBO, do grupo Globo , publicou hoje (19/01) que algumas empresas de ônibus que transportaram manifestantes bolsonaristas até Brasília que resultaram em atos terroristas no dia 08/01/23, receberam pagamentos em dinheiro vivo.
O pagamento em dinheiro vivo, ao contrário de PIX ou transações eletrônicas, dificulta identificar a origem do dinheiro.
Cabe ressaltar que as empresas proprietárias dos ônibus não são objeto de investigações nos inquéritos abertos para identificar participantes, organizadores e financiadores dos eventos.
A matéria do site O GLOBO, identifica entre as empresas de ônibus que receberam em dinheiro vivo, a Naldo Locadora e Turismo, de Lins. Os ônibus da empresa foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal quando retornavam da capital federal após os ataques às sedes dos Poderes.
“A informação sobre o pagamento em dinheiro da Naldo Locadora e Turismo, consta em um e-mail enviado pela empresa ao Ministério Público. Na mensagem, um funcionário da companhia, chamado William Bonfim Norte, afirmou ter recebido dois pagamentos em espécie, de R$ 10 mil cada, para o fretamento de dois ônibus que saíram de Lins, cidade a cerca de 900 km da capital federal. Os dois pagamentos foram feitos pela mesma pessoa. As contratações, ainda de acordo com o relato do funcionário no e-mail, foram feitas de última hora, no mesmo dia da viagem a Brasília, sexta-feira, dia 6 de janeiro.”
“O valor pago pela viagem feita a Brasília foi de 10.000 reais cada ônibus fretado, me trouxe por volta de 13:00 horas do dia 06/01/2023 a quantia de 10.000 reais em espécie e por volta das 17:00 horas do dia 06/01/2023, solicitou outro ônibus placa DPE-1B20 para levar mais 16 pessoas, me pagando 10.000 reais em espécie, alegando que esse carro só iria levar o pessoal e voltar vazio”, diz trecho do relato enviado ao Ministério Público, e depois encaminhado também para a Justiça Federal.
A Naldo Locadora e Turismo afirmou que, como o contrato foi fechado de última hora, o funcionário da empresa, William Bonfim Norte, colocou o próprio nome como se fosse o pagador. Como resultado, ele foi incluído na ação da AGU como suposto financiador dos atos.
O site www.jornaldelins.com.br , tem informações de que o Ministério Público tem indicações seguras, e está investigando quem seria o verdadeiro financiador dos eventos antidemocráticos em Lins e responsáveis pelo pagamento do transporte das pessoas até Brasília.




























































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