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26 de abril de 2021

Dor de cabeça pode ser indicativo de Covid-19, alerta médico

Pessoas sem histórico de dor de cabeça de forma contínua precisam ficar atentas

Crédito Andrea Piacquadio

Estresses do dia a dia e cansaço do corpo são algumas das causas de cefaleia, ou seja, dores de cabeça. Entretanto, pode indicar, também, sintomas da Covid-19 o fato de pessoas sem histórico deste incômodo começarem a ter de dor de cabeça de forma contínua. O alerta é do clínico-geral João Carlos, do Sistema Hapvida. “É normal uma dor de cabeça, mas é sempre bom investigar. A Covid, que hoje é uma doença muito em voga, pode ter a cefaleia como um dos sintomas da infecção. A dor de cabeça não é a doença, mas sim um dos sintomas”, explica.

João Carlos orienta a pessoa que normalmente nunca teve dor de cabeça e começa a sentir o incômodo de forma diária e intensa a procurar atendimento médico. Ele enfatiza que é comum pacientes que tiveram o novo coronavírus reclamar de sentir dores de cabeça, que é considerado um sintoma pós-Covid. “Além da dor de cabeça, é muito frequente o paciente relatar dispneia, dores ou dormência nas pernas.  Até já recebemos relatos de queda de cabelo. Essas são sequelas da Covid. É normal por um certo tempo, mas se essa dor de cabeça ficar mais crônica, é bom procurar atendimento médico para investigar se há outras causas, além da Covid”, recomenda o médico.

Automedicação

João Carlos faz um alerta sobre a automedicação. Segundo o médico, não há problema em tomar analgésico a cada um ou dois meses por causa de dor de cabeça. Todavia, o consumo frequente pode ocasionar outros tipos de dores de cabeça, conhecida pela medicina como cefaleia medicamentosa. “O uso crônico do analgésico ocasiona mais dor de cabeça. Quando você para de tomar e depois volta a doer é porque o organismo já sente a falta da medicação”, esclarece João Carlos, enfatizando que o recomendável é só tomar um analgésico quando a dor for muito intensa, em raras ocasiões

 

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 6,6 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 38 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 198 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

 

Autor: Ieda Rodrigues - Analista de Comunicação
Referência: Lettera Comunicações

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