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COMPROMISSO DE VERDADE
30 de novembro de 2019

Analisando a realidade brasileira… Por: Carlos R. Ticiano.

O Brasil não serve de exemplo para ninguém.  Lamentavelmente fugimos da escola, não fizemos a lição de casa, ficamos em recuperação e acabamos reprovados.  Por isso e por outros motivos, e que temos que voltar urgentemente ao pré-primário, pois temos muito ainda o que aprender.

Imagem ilustrativa do Gooogle

Não sei se como eu, vocês também tem o hábito de acompanhar estes programas, que tem a finalidade de mostrar os países, com seus pontos turísticos, seus meios de transportes, seus costumes, suas tradições e suas edificações antigas e modernas. Tudo convivendo de forma conjunta e harmoniosa, em um mesmo cenário.

Diante desta demonstração de superação, seriedade, capacidade, evolução e recuperação.  E que chego à triste conclusão de que estamos no caminho errado.  Somente um país, como o Brasil, é capaz de destruir o seu passado, ignorar o seu presente e não planejar o seu futuro de forma adequada!

Em Singapura, o governo impõe aos cidadãos uma enorme rigidez de conduta. Tudo ou quase tudo, é proibido. Degustar um lanche e jogar a embalagem no chão. Beijar a namorada na boca em publico. Atravessar a rua fora da faixa de pedestre. Saborear um lanche ou fumar dentro do metrô. Tudo isso dá multa. Fazer tráfico de drogas no país é pena de morte. Se alguém vandalizar a cidade de alguma forma leva chibatadas no bumbum. Todas estas normas não são lendas, e estão fixadas em lugares públicos para todos terem ciência.

Em Portugal, é tradição em se andar de bonde.  Além do fado e dos pastéis de Belém, subir e descer as ladeiras da cidade a bordo dos lendários bondinhos amarelos é indispensável. Os primeiros bondes começaram a circular pela cidade em 1872 e eram puxados por cavalos. Apenas em 1900 é que começaram a circular os primeiros bondes elétricos, que continuam até hoje. Atualmente percorrem apenas 26 quilômetros dos 76 que existiam, mas nem por isso, os bondinhos portugueses perderam a importância, o carinho e o charme.

Na Europa, a engenharia européia foi capas de idealizar e construir estradas que são verdadeiros cartões postais. Na Romênia, a estrada “Transfagarasan” construída na parte mais alta dos Cárpatos, tem uma elevação de mais de 2000 metros, com mais viadutos e túneis do que qualquer outra estrada. Na Noruega, a estrada “Atlântica” que liga as cidades de Molde e Kristiansund, com seus 08 quilômetros de extensão, foi escolhida a construção do século devido as suas várias elevações, que em alguns momentos se tem a impressão de terminar no espaço.

No Japão, a bicicleta faz parte da cultura japonesa.  O Japão é o terceiro país com o maior número de bicicletas do mundo, perdendo apenas para a Holanda e a Dinamarca. A bicicleta se tornou uma opção de transporte para milhões de japoneses não só por uma razão sustentável.  Demonstra na realidade uma tendência cultural muito antiga, que já atravessou várias gerações e que ainda persiste nos dias de hoje, utilizada por aproximadamente 99% da população.

Nos Estados Unidos e na Europa, os postos de gasolina não possuem frentistas, ou seja, você mesmo abastece o carro, vai até a loja de conveniência, informa qual a bomba que utilizou e faz o pagamento. Nos Estados Unidos os jornais são vendidos em máquinas instaladas nas calçadas, hotéis e aeroportos. Para adquirir um exemplar, basta você colocar uma moeda correspondente ao valor do jornal e retirá-lo.

Na Austrália os produtores rurais no meio do nada, instalam suas bancas de auto-atendimento para venderem seus produtos.  As pessoas interessadas em adquirir alguma coisa, retiram o produto e deixam o dinheiro em uma caixinha.

No Brasil, com a chegada do ônibus e posteriormente do metrô, desativaram os bonitos e charmosos bondes e os saudosos e atraentes trens e suas tradicionais estações. Para edificar novos e modernos edifícios, derrubaram os velhos e antigos prédios e casarões. Para construírem novas e modernas praças, destruíram as antigas, com seus coretos e monumentos históricos.

De volta à realidade brasileira, onde estão os hospitais aparelhados, as escolas especializadas, as estradas seguras, as ciclovias modernas, as moradias dignas, os transportes descentes e a segurança de ir e vir garantida?…

O Brasil não serve de exemplo para ninguém.  Lamentavelmente fugimos da escola, não fizemos a lição de casa, ficamos em recuperação e acabamos reprovados.  Por isso e por outros motivos, e que temos que voltar urgentemente ao pré-primário, pois temos muito ainda o que aprender.

               Leia mais Prosas , Contos e Poesias , acessando o link abaixo:

https://www.jornaldelins.com.br/categoria/artes-e-cultura/contos-prosas-e-poesia/

Autor: Carlos R. Ticiano.
Referência: O autor

COMENTÁRIOS

  • Muito bom o texto. Faltou o caso da cidade de Lins.
    Recentemente estive em Lins e ao andar a pé pela cidade, percebi que os motoristas de carro são extremamente mal educados. Não param de jeito nenhum em cruzamentos onde existe faixa de pedestre, mas não farol de trânsito. Lamentável. Um carro na mão de um linense o transforma em uma besta selvagem.


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