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COMPROMISSO DE VERDADE
14 de Fevereiro de 2018

Startups ganham o mundo com tecnologia assistiva

Startups brasileiras com inovações de alto impacto para a sociedade, especializadas em tecnologias de mobilidade e comunicação

Os empreendedores brasileiros inovam em muitos setores. Um deles é o de acessibilidade e tecnologias assistivas. Conheça três startups que ajudam pessoas com dificuldades de mobilidade e comunicação e estão chamando a atenção por suas inovações. 

 

Livox

Usado por mais de 20 mil brasileiros com dificuldades de comunicação (como vítimas de traumatismos neurológicos ou de paralisia cerebral), o Livox é um aplicativo que usa símbolos e figuras interativas para traduzir sentimentos e pedidos dos usuários. A plataforma foi criada pelo pernambucano Carlos Pereira, pai de Clara, uma menina de 9 anos que sofreu paralisia cerebral durante o parto. Presente em países da África e do Oriente Médio, a startup tem como principal cliente a prefeitura do Recife. O modelo de negócios é baseado na venda de licenças de R$ 1.350 — o valor pode ser descontado do Imposto de Renda de empresas que apoiam instituições sem fins lucrativos.

O analista de sistemas Carlos Pereira, 38, criador do Livox, foi o vencedor da 12ª edição do Prêmio Empreendedor Social 2016.

 

Cycor

A Cycor é uma empresa curitibana especializada em pesquisas de robótica para processos de reabilitação física. O principal produto da empresa é  uma prótese para amputados vendida por R$ 1.860 — o preço é considerado um dos mais acessíveis do mercado. Disponível em versões de acrílico e alumínio, o acessório é equipado com três dedos mecânicos e sistema de abertura em forma de pinça. Liderada pela neuroengenheira Michele de Souza, a startup também está desenvolvendo um projeto de exoesqueleto proprietário. Ainda em fase de pesquisas, o produto deverá chegar ao mercado por um valor de aproximadamente R$ 30 mil.

Michele de Souza, presidente do Grupo Cycor recebendo o prêmio da 4° edição do Desafio Senai de Inovação em 2013.

 

Hand Talk

Lançado em 2012 pelo programador alagoano Ronaldo Tenório, o Hand Talk tornou-se um dos principais aplicativos de tradução para libras (linguagem dos sinais) do país. A plataforma gira em torno da figura de Hugo, um personagem em 3D que ajuda pessoas com problemas auditivos a interpretarem o conteúdo de áudios e vídeos. No ano passado, a tecnologia foi implantada em aproximadamente 3,7 mil sites — a previsão é que em 2017 o número chegue a 6 mil. O portfólio da empresa inclui clientes como Avon, Natura e Magazine Luiza.

Fundadores da Hand Talk e o simpático tradutor Hugo.

Autor: Redação
Referência: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios

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