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COMPROMISSO DE VERDADE
24 de novembro de 2017

Projeto de manejo integrado de pragas e doenças

O objetivo do projeto é o manejo integrado de pragas e doenças (MIPD), com o intuito de diminuir as pulverizações de agroquímicos utilizados comumente no cultivo convencional do tomate.

PROJETO DE MANEJO INTEGRADO DE PRAGA E DOENÇAS NA CULTURA DO TOMATEIRO (Solanum lycopersicum L.) NA FAZENDA ESCOLA DO UNISALESIANO/LINS

Desde agosto, os acadêmicos Giovane Santos, Lucas Relva e Lucas Marcelino, do curso de Engenharia Agronômica, do Unisalesiano Lins, sob a orientação dos professores Elisete Lima, Harumi Hamamura e Hemerson Calgaro e apoio e parceria da koppert Biological System e orientação técnica de Renan Venancio, estão desenvolvendo um experimento na Fazenda Escola, em estufa tipo arco de 210 m², onde foram transplantadas duas variedades de tomate, Solanum lycopersicum L., híbrido Gabryelle (270 unidades) e a variedade híbrida Mascot (170 unidades). O tomateiro é uma planta perene, de porte arbustivo, que se cultiva como anual.

O objetivo do projeto é o manejo integrado de pragas e doenças (MIPD), com o intuito de diminuir as pulverizações de agroquímicos utilizados comumente no cultivo convencional do tomate. A produção integrada visa o manejo da cultura para que as plantas possam expressar sua resistência natural às pragas e patógenos além de proteger os organismos benéficos.

Nesse sistema, deve-se conciliar diversos métodos de controle, levando-se em consideração o custo de produção e o impacto sobre o ambiente, reduzindo ao máximo o uso de agroquímicos, adotando-se métodos não químicos, privilegiando métodos alternativos tais como feromônios, biopesticidas, erradicação de hospedeiros alternativos, retirada e queima das partes vegetais afetados, uso de armadilhas adesivas, adubação equilibrada, poda e raleio adequados, fatores que desfavorecem o estabelecimento das pragas e patógenos e facilitam o seu controle.

Medidas preventivas mais eficientes devem ser implementadas para prevenção de doenças causadas por vírus, adotando-se medidas que evitem a entrada de vetores na área de cultivo, através de sementes, implementos ou pelo próprio homem. Até o momento foram colhidos 150 Kg de tomates de mesa e 38 Kg de tomates cereja, o que vem corroborar que estamos implantando uma forma de cultivo sustentável e rentável.

O conhecimento dos fatores que predispõem à incidência e o desenvolvimento das doenças, envolvendo os fatores do ambiente, do hospedeiro e do patógeno e de suas relações é fundamental para a tomada de decisão na adoção das medidas de manejo integrado. A integração de medidas que contribuam para a eliminação ou redução dos efeitos danosos das doenças, de forma integrada, favorecerá a preservação dos recursos naturais, da saúde do agricultor e do consumidor.

 

 

 

 

 

 

 

Autor: Prof. Elisete Peixoto - Unisalesiano
Referência: Eng. Agr. Hemerson F. Calgaro Coordenador do Curso de Engenharia Agronômica

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