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COMPROMISSO DE VERDADE
1 de Fevereiro de 2018

Há Controvérsias – Idalécio Coutinho

Nunca se matou tanto em nome de Deus, Alá, oxalá, Jeová ou qualquer outro título que queiram dar para justificar a ufania desenfreada de tanta credulidade

Inicio este texto deixando bem claro que: não sou um cético ou ateu, porém respeito e admiro a todos que o são, assim como respeito a todas as pessoas que atribuem um caráter ilibado a uma determinada “seita,” embora exista muita gente de mau caráter e índole duvidosa usando ilicitamente da instituição “religião” para usurpar denegrir a fé e extravasar seus instintos de maldade ódio e outros distúrbios da ferocidade humana. Jamais confundi ser crente em um Deus misericordioso, justo e benigno, com ser um religioso; pois é assim que eu o vejo, e assim creio seja o meu Deus, pois na minha modesta concepção, o que passar disto não é de Deus, não é divino. Jesus Cristo, que pregava este Deus, disse: “Misericórdia quero, e não sacrifícios” (Os. 6:6). Está escrito no livro de Jeremias: “Não ordenei coisa alguma a vossos pais, acerca de holocaustos ou sacrifícios.” (Jr. 7-22), por isso, quando me perguntam qual é a minha religião, eu respondo: o Deus que eu acredito, não tem religião.

 

Nunca se matou tanto em nome de Deus, Alá, oxalá, Jeová ou qualquer outro título que queiram dar para justificar a ufania desenfreada de tanta credulidade. Sacrifícios e holocaustos, os mais horrendos imagináveis, são cometidos. Há sangue aos borbotões em qualquer lugar deste planeta, onde o homem ousa ou ousou deixar as suas pegadas. Animais, seres humanos, muitas vidas são ceifadas em nome da fé em divindades imaginárias, religiões e crenças. Notamos que há uma desarmonia a nosso ver tão irrelevante, porém, muito necessária no grande processo de transição e evolução pelo qual passam todas as espécies da terra, inclusive os humanos. Em muitos países, os conceitos são invertidos, e os direitos confundidos. No Brasil, criou-se a famosa teoria de “Gerson” (segundo a qual todos querem levar vantagem em tudo). Neste contexto, e não querendo eu aqui, mudar de pato pra ganso “ditado popular” relembro o fato de que:

  Não há muito tempo, o mundo tomou conhecimento da execução dos brasileiros Marco Archer, e Rodrigo Gularte presos e condenados à pena capital por tráfico de drogas.  Uma punição definitiva e exemplar conforme as leis legítimas da Indonésia, país onde consumou se a execução por fuzilamento, em poucos meses de diferença entre um e outro. Emocionalmente, lamentamos pela morte destes cidadãos, porém, temos que admitir que se tratava de contraventores que já vinham levando a desgraça, contribuindo para o sofrimento de muitas mães, quantas famílias foram ruídas e desmoronaram por causa da droga que estes ajudaram a disseminar? De acordo com a reportagem da revista Exame.com da editora abril, Archer o primeiro a ser executado, traficava já há alguns anos no eixo Brasil, Holanda e Indonésia.  Talvez pensasse que iria levar vantagem em tudo para sempre, ou tivesse convicto que a impunidade deste nosso grande Big Brother… chamado Brasil, livraria sua cara em países sérios.

Nunca houve tantas manifestações de solidariedade e pedidos glamurosos de clemencia. Na época: a então Presidenta da república Sra. Dilma Rousseff, pediu até a intercessão do Papa em favor dos condenados, em nome das mães brasileiras. Respeitável sentimento, Mas… e a dor e o sofrimento que toda a cocaína levada causou às muitas mães da Indonésia, da Holanda e sabe- se lá por onde mais estes “cidadãos” tenham passado?

Facção religiosa

 

Por: Idalecio Coutinho

 

 

 

Autor: Idalecio Coutinho
Referência: Autor

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