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12 de Fevereiro de 2018

Bauru usa aparelho de ultrassom para examinar árvores com risco de queda

Equipamento similar ao usado em humanos avalia saúde dos troncos e indica necessidade de corte ou tratamento. Custo ainda é alto e prefeitura estuda contratar pacote de exames.

A incidência de temporais com ventanias, uma característica do verão, fez a prefeitura de Bauru (SP) adotar uma medida considerada inovadora para se prevenir das quedas de árvores: o uso de um equipamento de ultrassom para “examinar” a saúde das plantas.

O objetivo da experiência de usar o aparelho, que tem funcionamento similar ao usado para exames em humanos, é agilizar o diagnóstico e até mesmo a remoção das árvores, especialmente as de grande porte, que apresentam risco de queda.

Segundo a Secretaria do Meio Ambiente (Semma), Bauru apresenta um alto índice de quedas de árvores durante dias de chuvas porque a cidade possui várias delas com problemas como pragas e troncos podres.

As primeiras árvores avaliadas pelos especialistas estão localizadas na Avenida Nossa Senhora de Fátima, na zona sul da cidade. Lá, algumas delas consideradas históricas dão sinais de problemas e por isso foram avaliadas através do ultrassom.

Segundo o tecnólogo ambiental Marcos Góes, o aparelho funciona através de sensores colocados em volta de todo o tronco. Eles fazem uma “leitura” de toda área interna e envia a computadores o resultado.

“Quando acionamos os sensores, eles percorrem toda área do tronco e nos mostra o que tem dentro do caule. Se há fungos, se está podre, e os programas que recebem essa leitura indicam se, por exemplo, a árvore precisa ser substituída”, explica Góes.

Por conta do alto custo, a prefeitura utilizou esse equipamento apenas nesta região da cidade. A previsão, porém, é estender o projeto para outros bairros.

Cada avaliação através do ultrassom custa em média R$ 1,5 mil, no caso de exames contratados de forma particular. Para a prefeitura, o valor cobrado ficou em média R$ 500 por laudo.

“Nossa ideia é fechar um valor anual e comprar um ‘pacote’ de avaliações para que, à medida da necessidade da secretaria, a gente possa utilizar esse trabalho para identificar as árvores com risco de queda e as que podem ser manejadas para sua conservação”, explica Mayra Fernandes da Silva, titular da Semma.

As duas árvores analisadas nesta primeira etapa do projeto apresentaram um alto risco de queda e a prefeitura estuda sua remoção.

Autor: Redação
Referência: G1 - Bauru e Marília

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